
1. GPS paga com código errado
O recolhimento com código incorreto — principalmente em carnês (GPS) — pode fazer com que o INSS não reconheça o tempo de contribuição ou considere uma alíquota menor. Isso prejudica tanto o tempo de serviço quanto o valor do benefício.
Como evitar:
- Guarde comprovantes de todas as GPSs.
- Confira se cada pagamento consta no CNIS.
- Se houver divergência, guarde o guia e solicite a correção.
2. Falta de registro de contribuições no CNIS
Ainda que você tenha pago, o INSS às vezes não registra corretamente os valores no CNIS — ou ignora períodos inteiros.
Como evitar:
- Baixe o extrato do CNIS pelo Meu INSS.
- Compare com os comprovantes (holerites, GPS, microfichas).
- Solicite a inclusão de períodos faltantes.
3. Gastar com INSS em atraso sem comprovar trabalho
Pagar retroativamente supõe que você tenha exercido atividade no período — caso contrário, o INSS pode não reconhecer esse tempo, e ainda perder o valor pago.
Como evitar:
- Antes de pagar atrasado, reúna documentos que provem trabalho (recibos, contratos, IR).
- Consulte um especialista para avaliar se o aporte compensa financeiramente.
4. Nunca conferir o salário de contribuição
O INSS pode subestimar o seu salário de contribuição — por considerar valores menores do que os que você efetivamente recebeu — o que reduz a média e o benefício final.
Como evitar:
- Ao receber a Carta de Concessão, analise os valores usados.
- Se o benefício já foi concedido, compare holerites com o CNIS.
- Peça revisão dos salários não computados.
5. Desconhecimento sobre códigos e alíquotas
Cada código GPS define regras distintas — e algumas alíquotas menores podem tirar direitos à aposentadoria por tempo de contribuição.
Como evitar:
- Informe-se sobre os códigos corretos antes de recolher.
- Prefira a alíquota de 20%, se quiser garantir contagem plena do tempo.
- Mude o código caso tenha recolhido com opção inferior.

