
Quando uma família vai solicitar o Benefício de Prestação Continuada (BPC) para uma criança autista, uma dúvida muito comum aparece: o pedido deve ser feito pelo Meu INSS da criança ou do responsável?
Essa confusão é normal, afinal, a criança é a beneficiária, mas quem cuida de todo o processo costuma ser pai, mãe ou outro responsável legal. Por isso, é importante entender como funciona cada etapa.
Pedido do BPC: usar o login da criança ou do responsável?
Mesmo sendo menor de idade, o pedido do BPC deve ser feito pelo Meu INSS da criança.
Isso porque o benefício será vinculado diretamente ao CPF dela.
- Sim, a criança precisa ter CPF para criar o acesso ao Meu INSS.
- Os pais ou responsáveis apenas operam a conta em nome dela.
Atenção ao CadÚnico: ele deve estar no nome de quem?
Enquanto o pedido do BPC é feito no nome da criança, o CadÚnico precisa estar no nome do responsável legal.
Mas atenção: todas as pessoas que moram na casa devem estar incluídas no cadastro.
Isso é essencial, porque o INSS avalia a renda familiar per capita para decidir se a criança tem direito ao BPC.
Resumindo:
- Meu INSS: no nome da criança
- CadÚnico: no nome do responsável
Por que isso é importante?
O cruzamento das informações entre CadÚnico, renda familiar e dados do Meu INSS precisa estar correto para evitar atrasos ou até mesmo indeferimentos.
Organizar cada etapa antes de solicitar o benefício facilita o processo e aumenta as chances de aprovação

